Arquivo para janeiro, 2011
Curso de Design da Universidade Feevale presenteia crianças da AMO
De admin em jan.13, 2011, em Pingo de Gente
No dia 11 de janeiro de 2011, a orientadora juntamente com a orientanda, Andressa Carraro entregaram o protótipo de um brinquedo para estimulação precoce para criança deficiente visual de 0 a 3 anos de idade para a AMO – Associação de Assistência em Oncopediatria – O brinquedo é o resultado do Tcc de Design da acadêmica Andressa na Universidade Feevale.
“As crianças não videntes, se estimuladas desde bebês nos aspectos psicomotores, afetivos e cognitivos, terão maior facilidade de interação com o meio em que vivem e melhor qualidade de vida.
A estimulação precoce “pode contribuir para o desenvolvimento motor e cognitivo da criança cega congênita entre 0 a 2 anos de idade”. Porém, antes de qualquer intervenção, é necessário que a família e os profissionais reconheçam as dificuldades e peculiaridades que o desenvolvimento e a aprendizagem de bebês cegos envolvem. No entorno dessas características peculiares, decorre um erro grave na definição de que as crianças cegas são como “crianças normais” sem visão, pois o mundo criado pelos cegos não pode ser feito em um movimento de fechar os olhos somente. Essa consideração submete um parâmetro de normalidade que tenta diminuir o efeito das deficiências, tendo como resultado disso o entendimento de que os desenvolvimentos sensorial e afetivo sem a visão se estabelecem da mesma forma que em situações em que a visão está preservada, tendo como parâmetro apenas o visual, no momento de planejar os atendimentos a crianças cegas.”
Este trabalho apresentará novas formas de pensar sobre crianças com Deficiência Visual.” Fonte: Blog do incluso depnees na escola
Cumprimentamos Andressa, pois projetos como esse realmente faz uma grande diferença.
Segurança doméstica
De admin em jan.12, 2011, em Pingo de Gente
É muito comum ouvirmos histórias de crianças que se machucaram em casa. Às vezes o acidente pode ser bobinho, mas por vezes pode ser sério e deixar sequelas.
O importante é cuidarmos de todos os detalhes, afinal…melhor prevenir do que remediar!
Aí vão dicas importantes para a segurança do seu pinguinho em casa.
• Não deixe sofás, camas e mesas próximos a janelas, pois as crianças podem subir facilmente;
• Evite colocar toalhas grandes em mesas, pois podem ser puxadas com facilidade;
• Não deixe remédios e brinquedos com partes pequenas ou pilhas ao alcance das crianças. Eles podem ser engolidos;
• Evite deixar crianças na cozinha e área de serviço. Fornos, cabos de panelas, ferros elétricos, tábuas de passar roupas e produtos de limpeza coloridos em embalagens de refrigerantes são objetos que normalmente aguçam a curiosidade das crianças;
• No banheiro, deixe a tampa do vaso sanitário abaixada, para evitar afogamentos. Crianças menores não têm controle total do pescoço e podem não conseguir levantar a cabeça sozinhas em caso de acidente;
• Vários desses cuidados se estendem a casas onde vivem pessoas idosas, também suscetíveis a acidentes domésticos e intoxicações. Para especialistas, a infância e a fase idosa são os dois extremos da vida em que é preciso mais cuidados para evitar acidentes, já que o próprio organismo sofre alterações que deixam esses grupos mais frágeis.
Quer saber mais? Acesse:
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI15950-15343,00.html
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI13606-16892,00.html
http://www.viaseg.com.br/index.php
Adaptação: e agora?
De admin em jan.05, 2011, em Pingo de Gente
A escola foi escolhida, e o momento que será marcado, principalmente pelos cliques dos papais e mamães corujas está se aproximando: o primeiro dia na escola! E agora?

converse com seu filho
Confie na escola! Parece óbvio, mas nem sempre acontece. É o primeiro passo para que a criança também se sinta segura no novo local. “É como se a mãe autorizasse alguém a cuidar do filho dela, e é nessa autorização que o processo de adaptação da família começa a dar certo”, afirma Liamara Montagner, coordenadora de educação infantil. Para que haja confiança, por sua vez, é importante que a escolha da escola tenha sido bem trabalhada. Quando é indicação de amigos ou familiares, fica fácil. Para quem não tem tais referências, esse vínculo se estabelece na medida em que os pais conhecem e se identificam com os princípios que norteiam o projeto pedagógico e a concepção de aprendizagem. E, naturalmente, precisam acreditar nesses valores éticos e morais estabelecidos pela escola.
Converse sempre com a equipe pedagógica
Não só as crianças, mas também os pais têm de ser assistidos no processo de adaptação. Esclarecendo dúvidas e conversando sobre eventuais incômodos, angústias e insatisfações com coordenadores e professores, os pais adquirem intimidade com a escola e se sentem mais confortáveis em relação a ela.
Aproveite a troca entre pais
O processo de adaptação é uma oportunidade de os pais se conhecerem, interagirem e compartilharem sentimentos. Nas conversas, descobrem que as crianças são muito semelhantes entre si e que eles, por sua vez, estão passando pelas mesmas angústias. Ao mesmo tempo, vão criando um vínculo no ambiente escolar. “Mães e pais que têm filhos mais velhos na escola exercem um papel importante nessa hora, pois passam segurança para os que estão sendo recebidos pela primeira vez”, diz a psicopedagoga Edimara de Lima, diretora de escola. 
Lembre-se de que conquistas requerem esforços
“Existe uma tendência de os pais quererem superproteger os filhos, evitando ao máximo que sofram. Mas é importante lembrar que o ingresso na escola e as primeiras separações da mãe ou de casa fazem parte do processo de crescimento da criança”, afirma Paula Bacchi, orientadora de escola infantil. Ela acrescenta que os pais devem ter em mente que certas conquistas vêm acompanhadas de dificuldades. Representam também um amadurecimento da criança, e a escola é um excelente ambiente para isso acontecer.
Atente para o tom da separação
Despedidas dramáticas, duradouras e carregadas de emoção são um prato cheio para dificultar a entrada das crianças na escola. Independentemente do comportamento delas, os pais devem procurar dar um tom leve e até mesmo prático às despedidas. Duro, né? Mas é fundamental para que a criança perceba que não existe a opção de um choro segurar o pai ou a mãe na escola por mais tempo.
Preserve a rotina da criança em casa
Não é hora de mudanças de cama, de quarto, retirada de fraldas, chupeta, mamadeira e coisas do gênero.
Adapte-se aos horários e tenha assiduidade
“Nos primeiros dias, a pontualidade na hora de buscar é crucial. Um atraso pode deixar a criança insegura, com medo de que a mãe não volte, e dificultar a despedida e a permanência nos dias seguintes”, diz Edimara de Lima, diretora pedagógica. Mesma pontualidade no início do dia também para que a criança inicie as atividades com o grupo. Evite faltas, para que a criança se insira logo na rotina escolar.
Tenha cuidado com o que diz – e com o que não diz
Algumas armações, por mais inofensivas que possam parecer, costumam atrapalhar significativamente o processo de adaptação da criança. Na despedida, por exemplo, frases como “você vai ficar bem, não é?” ou “você não vai chorar, vai?” acabam sugerindo à criança que tenha comportamentos desse tipo. Criar expectativas exageradas, dizendo à criança que ela vai adorar, que a escola é maravilhosa, que as professoras são fantásticas etc., também pode ser prejudicial, pois pode gerar decepções para o pequeno. Por fim, nunca minta para seu filho (dizendo que vai para um lugar caso vá para outro) e, por mais que ele esteja brincando bem e tranqüilo, nunca vá embora sem se despedir. Isso quebra a relação de confiança com a mãe e pode gerar na criança o medo de ser abandonada naquele lugar estranho.
Choros são normais
O choro não significa que a criança não está gostando da escola. É uma maneira de ela dizer que é difícil se despedir da mãe. Paula Bacchi, diretora de colégio, acrescenta que é comum esse choro terminar assim que as mães viram as costas. Se o lamento se prolongar, vale investigar, claro. Ah, sim, tem muita mãe que também não agüenta as lágrimas. Mas tem de, pelo menos, não deixar a criança ver.
Não demonstre ter dúvidas
Comentários negativos em relação à escola nunca devem ser feitos diante delas. Se a criança perceber a insegurança da mãe, pode tomar o sentimento para si ou ainda se aproveitar da situação e recorrer a chantagens emocionais.
Tenha paciência
A maioria das crianças leva uma ou duas semanas para se adaptar à escola. Há algumas que levam dias e outras, meses. Isso não quer dizer que as de adaptação mais lenta vão gostar menos da escola. Significa apenas que precisam de um pouco mais de tempo. Resta respeitar o ritmo da criança.
Afaste-se por um tempo dos relacionamentos antigos
No caso de crianças que estão mudando de escola, convém, durante o período de adaptação, não incentivar o contato freqüente com amigos da escola antiga. Depois de a adaptação estar bem sucedida, o contato pode voltar a ser como era, mas, no início, é bom dar a chance para o pequeno receber o novo ambiente com certo afastamento da vivência anterior.
Sem culpas ou cobranças
Especialmente entre mães que colocam as crianças cedo na escola por motivos profissionais, a culpa é muito comum. “Mãe trabalhando em período integral é a realidade de muitas famílias, e a criança terá de conviver com isso. Não é um mal, mas um componente da família, que gera satisfação pessoal para a mãe ou, no mínimo, um aumento da renda familiar”, diz a psicopedagoga Edimara de Lima. Por isso, não é caso de se cobrar em relação às dificuldades próprias ou dos filhos.
Respeite as orientações
“É fundamental que os acompanhantes das crianças na adaptação atendam às solicitações passadas pelas professoras e pela coordenação da escola”, diz Liamara Montagner. E nos detalhes. Respeite a experiência da equipe no assunto.
Está tudo bem. Mas acabou?
Um belo dia, a criança chega feliz à escola, despede-se dos pais, fica bem durante todo o período e volta para casa lembrando as coisas boas vividas no dia. A adaptação está concluída? Talvez. É possível que seu filho, que ficou ótimo na primeira semana de aulas, apresente dificuldades na semana seguinte. Outra criança pode apresentar problemas dali a 15 dias ou um mês. Segundas-feiras, voltas de feriados e especialmente de férias também são momentos delicados, em que choros e reclamações nas despedidas podem voltar a aparecer. O importante, então, é os pais, como sempre, conversarem com a escola, que vai atentar também para eventuais jogos emocionais feitos pela criança. Satisfeitos com a escola escolhida, acreditem que é o lugar onde tudo acontece pelo bom desenvolvimento e bem-estar da criança. Boa sorte!

tudo certo! eu vou ficar bem aqui!
